REINO HUMANO E REINO ANIMAL em serviço mútuo de amor.
Figueira oferece às pessoas condições de buscar a contínua elevação de consciência do reino humano ao reino espiritual. Ao reino animal também oferece estímulo para transcender sua atual etapa.Forças criadoras universais exprimem-se nos padrões de cada reino, num movimento de transformação ascensional. Na interação magnética, expressão da energia cósmica de amor-sabedoria que inter-relaciona esses dois reinos, as pessoas são ajudadas, pela transmutação, a deixar para trás padrões remanescentes do reino animal, e os animais são ajudados, pela individualização, a desenvolver seu princípio de alma humana.
O reino animal colabora com a estabilidade energética de Figueira, que é um centro espiritual. Por sua capacidade de absorver e transmutar as forças básicas que correspondem ao nível de expressão animal no ser humano, esse reino contribui para o equilíbrio subconsciente das pessoas. Cães, gatos, cavalos e bois, pássaros domesticados ou do bosque, bichinhos do mato, cada um segundo sua estrutura física, processam certas forças do psiquismo humano.
Ao prestar um serviço ao reino humano, o reino animal evolui porque um reino cresce quando serve outro. Por exemplo, por seu canto e por seu vôo os pássaros movem forças no plano etérico e organizam-no de maneira mais sutil. Ao fazerem isso, avançam em sua escalada para uma existência mais plena.
No livro “Mirna Jad — Santuário Interior” (Ed. Pensamento). Trigueirinho salienta que os pássaros têm relação direta com mundos suprafísicos, e preparam a aparição desses mundos aos olhos da humanidade. Segundo ele, alguns pássaros são capazes de transformar a vibração da matéria pela harmonia do seu canto, pois assim plasmam o que no éter compõe padrões sutis de energia. Outros fazem isso por meio do movimento.
A proximidade dos pássaros, quando evoluídos, traz à aura humana certos componentes angelicais. Esses animais auxiliam, com sua irradiação, a elevação do ser humano.
O reino animal faz mais pelo reino humano do que se pode imaginar. O animal não tem sentimentos de rancor, mágoa ou ingratidão, e com isso harmoniza ambientes. Há casos em que a pressão arterial de pessoas hipertensas se normaliza a partir do momento que passam a conviver com animais. Mas para que esse equilíbrio possa ocorrer é preciso manter uma relação de grande respeito e amor para com os animais.
O contato de um ser humano com seres do reino animal em Figueira é importante incentivo para a formação neles no corpo anímico e para a sua individualização. Esse trabalho se realiza não só com os animais domésticos, mas também com os que vivem nas matas, pois promove a organização da sua aura. Como a espécie está representada em cada um de seus membros, o estímulo recebido por um exemplar irradia-se aos demais.
O ser humano tem de cuidar do que pensa e sente perto dos animais, porque eles absorvem tudo. Percebem quando há empatia para com eles, e quando o vinculo afetivo não se restringe a suprir carências pessoais. Os animais reconhecem quando estão sendo ajudados. Deitam-se espontaneamente na hora de receber um tratamento. Quando uma pessoa se aproxima com harmonia, até os animais silvestres são dóceis.
Certa vez um tucano chegou a Figueira todo assustado. Uma pessoa entoou um mantra, e ele se acalmou. Quando parou de cantar, ele ficou agitado de novo. Ao retomar o mantra, ele se acalmou. E assim, com o passar dos dias, o tucano serenou e pôde prosseguir sua experiência de vida com mais tranqüilidade.
Podemos aprender a compreender os animais. Em Figueira havia um cão inteligente, comunicativo, e muito receptivo. Uma pessoa do grupo ficou encarregada de cuidar dele. Às vésperas de uma viagem, ela despertou durante a noite sentindo um angustiante sofrimento, como o da perda de um ente querido. Percebeu internamente que o sofrimento não era dela, mas que o captara do cão, que assim se sentia por causa da sua viagem iminente.
Grande é a responsabilidade dos seres humanos perante o reino animal.. o animal se abre para receber deles uma estimulação contínua à evolução pela energia do amor. Os animais sob a aura de Figueira não são caçados nem sofrem violências, e podem fazer com serenidade e plenitude o seu ciclo de experiência.
No seu livro, “A Morte sem Medo e Sem Culpa” (Ed. Pensamento), Trigueirinho conta a singela história de Jambo, que começará a desenvolver o núcleo embrionário de alma no seu corpinho de cão e até demonstrava qualidades humanas, tais como amizade, expressividade e reconhecimento. A forte impressão de ser amado criou em Jambo um núcleo reencarnante. Após sua morte, voltou a nascer na mesma casa no corpo de um outro cachorrinho doméstico com o mesmo olhar e muitas atitudes do passado. Mas não era mais Jambo. Agora era chamado Raz, com novas possibilidades de evoluir na sua individualização, demonstrando afetos mais profundos e até capacidade de concatenar pensamentos.
É o amor universal que leva o reino humano e o animal à colaboração mútua em beneficio da vida planetária. Assim, aspiramos ao nosso próximo passo: tornarmo-nos prolongamentos da Hierarquia e servir ao cumprimento de um Plano Evolutivo que foi desde sempre traçado. Da mesma forma, por analogia, o reino animal se volta para o reino humano e a ele se doa com devoção. O magnetismo que cura, transmuta e eleva mantém a coesão dos reinos. É a Lei do Amor.
Trecho extraído:
Boletim de Sinais
Nº 10 - pág. 12
Maio a agosto de 2001
Irdin EditoraMaiores informações sobre livros e CDS de partilhas:
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