sexta-feira, 3 de agosto de 2012



Plantas que ajudam a melhorar a qualidade do ar
Luana Caires


Você sabia que mesmo dentro de casa não estamos a salvo da poluição do ar? Como os habitantes de países industrializados costumam passar de 80 a 90% do seu tempo em ambientes fechados, a poluição de interiores é considerada um dos maiores riscos do mundo à saúde pública. Mas existem algumas maneiras de minimizar o problema. Além de dar preferência ao uso de tintas formuladas com matéria-prima natural, evitar produtos de limpeza que contenham compostos orgânicos voláteis (COV) e manter os dutos da ventilação ou do aquecimento bem limpos, você pode recorrer à ajuda de plantas domésticas, pois existem algumas variedades que agem como purificadores naturais do ambiente.

Elas não apenas convertem o dióxido de carbono em oxigênio, mas também removem da atmosfera elementos prejudiciais como o ozônio, o benzeno e o formaldeído. Confira algumas dicas de espécies que podem melhorar a qualidade do ar da sua residência:

Gérbera: essa simpática flor é muito eficiente na remoção de tricloroetileno, substância cancerígena utilizada como solvente nos processos de lavagem a seco. Ela também pode ser usada para reduzir a concentração do benzeno, que pode aumentar os riscos de desenvolvimento de leucemia. Coloque um vaso dessa planta no seu quarto ou na sua lavanderia, desde que esses cômodos sejam bastante iluminados.

Clorofito: ele sobrevive até aos donos mais relapsos. Também conhecido como gravatinha, o clorofito combate o benzeno, o formaldeído, o monóxido de carbono e o xileno, comum em solventes e outros produtos químicos.

Lírio da Paz: tudo o que essa planta precisa para florescer é de um local com pouca ventilação e de uma boa sombra. De acordo com um estudo da Nasa, os lírios da paz são muito eficientes na eliminação dos três gases voláteis mais comuns – formaldeído, benzeno e tricloroetileno – e também combatem o tolueno, que quando inalado em pequenas quantidades pode causar cansaço, confusão mental, debilidade, perda da memória e náusea.

Lírio-Amarelo: ele absorve o monóxido de carbono, gás tóxico que pode provocar alteração na pressão sanguínea e sensação de sufocamento. É ideal para jardins, sacadas ou varandas.

Hera: ela reduz a concentração de partículas de material fecal e de mofo no ar. O melhor local para manter essa planta é o quintal, mas lembre-se de colocá-la fora do alcance de crianças ou animais para evitar a ingestão acidental de suas folhas, que são tóxicas para o organismo.


Azaleia: ela é uma boa opção para combater o formaldeído de fontes como a madeira compensada ou espumas isolantes e também é ótima para camuflar o odor forte do amoníaco. Uma dica é colocar um vasinho com essa flor no seu banheiro.

Fonte: O Eco Cidades, por Luana Caires

http://www.amadeuw.com.br/


REINO HUMANO E REINO ANIMAL em serviço mútuo de amor.




Figueira oferece às pessoas condições de buscar a contínua elevação de consciência do reino humano ao reino espiritual. Ao reino animal também oferece estímulo para transcender sua atual etapa.Forças criadoras universais exprimem-se nos padrões de cada reino, num movimento de transformação ascensional. Na interação magnética, expressão da energia cósmica de amor-sabedoria que inter-relaciona esses dois reinos, as pessoas são ajudadas, pela transmutação, a deixar para trás padrões remanescentes do reino animal, e os animais são ajudados, pela individualização, a desenvolver seu princípio de alma humana.

O reino animal colabora com a estabilidade energética de Figueira, que é um centro espiritual. Por sua capacidade de absorver e transmutar as forças básicas que correspondem ao nível de expressão animal no ser humano, esse reino contribui para o equilíbrio subconsciente das pessoas. Cães, gatos, cavalos e bois, pássaros domesticados ou do bosque, bichinhos do mato, cada um segundo sua estrutura física, processam certas forças do psiquismo humano.

Ao prestar um serviço ao reino humano, o reino animal evolui porque um reino cresce quando serve outro. Por exemplo, por seu canto e por seu vôo os pássaros movem forças no plano etérico e organizam-no de maneira mais sutil. Ao fazerem isso, avançam em sua escalada para uma existência mais plena.

No livro “Mirna Jad — Santuário Interior” (Ed. Pensamento). Trigueirinho salienta que os pássaros têm relação direta com mundos suprafísicos, e preparam a aparição desses mundos aos olhos da humanidade. Segundo ele, alguns pássaros são capazes de transformar a vibração da matéria pela harmonia do seu canto, pois assim plasmam o que no éter compõe padrões sutis de energia. Outros fazem isso por meio do movimento.

A proximidade dos pássaros, quando evoluídos, traz à aura humana certos componentes angelicais. Esses animais auxiliam, com sua irradiação, a elevação do ser humano.

O reino animal faz mais pelo reino humano do que se pode imaginar. O animal não tem sentimentos de rancor, mágoa ou ingratidão, e com isso harmoniza ambientes. Há casos em que a pressão arterial de pessoas hipertensas se normaliza a partir do momento que passam a conviver com animais. Mas para que esse equilíbrio possa ocorrer é preciso manter uma relação de grande respeito e amor para com os animais.

O contato de um ser humano com seres do reino animal em Figueira é importante incentivo para a formação neles no corpo anímico e para a sua individualização. Esse trabalho se realiza não só com os animais domésticos, mas também com os que vivem nas matas, pois promove a organização da sua aura. Como a espécie está representada em cada um de seus membros, o estímulo recebido por um exemplar irradia-se aos demais.

O ser humano tem de cuidar do que pensa e sente perto dos animais, porque eles absorvem tudo. Percebem quando há empatia para com eles, e quando o vinculo afetivo não se restringe a suprir carências pessoais. Os animais reconhecem quando estão sendo ajudados. Deitam-se espontaneamente na hora de receber um tratamento. Quando uma pessoa se aproxima com harmonia, até os animais silvestres são dóceis.

Certa vez um tucano chegou a Figueira todo assustado. Uma pessoa entoou um mantra, e ele se acalmou. Quando parou de cantar, ele ficou agitado de novo. Ao retomar o mantra, ele se acalmou. E assim, com o passar dos dias, o tucano serenou e pôde prosseguir sua experiência de vida com mais tranqüilidade.

Podemos aprender a compreender os animais. Em Figueira havia um cão inteligente, comunicativo, e muito receptivo. Uma pessoa do grupo ficou encarregada de cuidar dele. Às vésperas de uma viagem, ela despertou durante a noite sentindo um angustiante sofrimento, como o da perda de um ente querido. Percebeu internamente que o sofrimento não era dela, mas que o captara do cão, que assim se sentia por causa da sua viagem iminente.

Grande é a responsabilidade dos seres humanos perante o reino animal.. o animal se abre para receber deles uma estimulação contínua à evolução pela energia do amor. Os animais sob a aura de Figueira não são caçados nem sofrem violências, e podem fazer com serenidade e plenitude o seu ciclo de experiência.

No seu livro, “A Morte sem Medo e Sem Culpa” (Ed. Pensamento), Trigueirinho conta a singela história de Jambo, que começará a desenvolver o núcleo embrionário de alma no seu corpinho de cão e até demonstrava qualidades humanas, tais como amizade, expressividade e reconhecimento. A forte impressão de ser amado criou em Jambo um núcleo reencarnante. Após sua morte, voltou a nascer na mesma casa no corpo de um outro cachorrinho doméstico com o mesmo olhar e muitas atitudes do passado. Mas não era mais Jambo. Agora era chamado Raz, com novas possibilidades de evoluir na sua individualização, demonstrando afetos mais profundos e até capacidade de concatenar pensamentos.

É o amor universal que leva o reino humano e o animal à colaboração mútua em beneficio da vida planetária. Assim, aspiramos ao nosso próximo passo: tornarmo-nos prolongamentos da Hierarquia e servir ao cumprimento de um Plano Evolutivo que foi desde sempre traçado. Da mesma forma, por analogia, o reino animal se volta para o reino humano e a ele se doa com devoção. O magnetismo que cura, transmuta e eleva mantém a coesão dos reinos. É a Lei do Amor.



Trecho extraído:


Boletim de Sinais
Nº 10 - pág. 12
Maio a agosto de 2001
Irdin EditoraMaiores informações sobre livros e CDS de partilhas:http://www.irdin.org.br/Site oficial do Trigueirinho :http://www.trigueirinho.org.br/Vigília Permanente (Oração)www.vigiliapermanente.orgObs: Se desejar receber os Sinais de Figueira em pdf (arquivo eletrônico). Acesse o site www.irdin.org.br e realize download dos Sinais e encarte dos pensamentos diários.

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