sexta-feira, 3 de agosto de 2012



Plantas que ajudam a melhorar a qualidade do ar
Luana Caires


Você sabia que mesmo dentro de casa não estamos a salvo da poluição do ar? Como os habitantes de países industrializados costumam passar de 80 a 90% do seu tempo em ambientes fechados, a poluição de interiores é considerada um dos maiores riscos do mundo à saúde pública. Mas existem algumas maneiras de minimizar o problema. Além de dar preferência ao uso de tintas formuladas com matéria-prima natural, evitar produtos de limpeza que contenham compostos orgânicos voláteis (COV) e manter os dutos da ventilação ou do aquecimento bem limpos, você pode recorrer à ajuda de plantas domésticas, pois existem algumas variedades que agem como purificadores naturais do ambiente.

Elas não apenas convertem o dióxido de carbono em oxigênio, mas também removem da atmosfera elementos prejudiciais como o ozônio, o benzeno e o formaldeído. Confira algumas dicas de espécies que podem melhorar a qualidade do ar da sua residência:

Gérbera: essa simpática flor é muito eficiente na remoção de tricloroetileno, substância cancerígena utilizada como solvente nos processos de lavagem a seco. Ela também pode ser usada para reduzir a concentração do benzeno, que pode aumentar os riscos de desenvolvimento de leucemia. Coloque um vaso dessa planta no seu quarto ou na sua lavanderia, desde que esses cômodos sejam bastante iluminados.

Clorofito: ele sobrevive até aos donos mais relapsos. Também conhecido como gravatinha, o clorofito combate o benzeno, o formaldeído, o monóxido de carbono e o xileno, comum em solventes e outros produtos químicos.

Lírio da Paz: tudo o que essa planta precisa para florescer é de um local com pouca ventilação e de uma boa sombra. De acordo com um estudo da Nasa, os lírios da paz são muito eficientes na eliminação dos três gases voláteis mais comuns – formaldeído, benzeno e tricloroetileno – e também combatem o tolueno, que quando inalado em pequenas quantidades pode causar cansaço, confusão mental, debilidade, perda da memória e náusea.

Lírio-Amarelo: ele absorve o monóxido de carbono, gás tóxico que pode provocar alteração na pressão sanguínea e sensação de sufocamento. É ideal para jardins, sacadas ou varandas.

Hera: ela reduz a concentração de partículas de material fecal e de mofo no ar. O melhor local para manter essa planta é o quintal, mas lembre-se de colocá-la fora do alcance de crianças ou animais para evitar a ingestão acidental de suas folhas, que são tóxicas para o organismo.


Azaleia: ela é uma boa opção para combater o formaldeído de fontes como a madeira compensada ou espumas isolantes e também é ótima para camuflar o odor forte do amoníaco. Uma dica é colocar um vasinho com essa flor no seu banheiro.

Fonte: O Eco Cidades, por Luana Caires

http://www.amadeuw.com.br/


REINO HUMANO E REINO ANIMAL em serviço mútuo de amor.




Figueira oferece às pessoas condições de buscar a contínua elevação de consciência do reino humano ao reino espiritual. Ao reino animal também oferece estímulo para transcender sua atual etapa.Forças criadoras universais exprimem-se nos padrões de cada reino, num movimento de transformação ascensional. Na interação magnética, expressão da energia cósmica de amor-sabedoria que inter-relaciona esses dois reinos, as pessoas são ajudadas, pela transmutação, a deixar para trás padrões remanescentes do reino animal, e os animais são ajudados, pela individualização, a desenvolver seu princípio de alma humana.

O reino animal colabora com a estabilidade energética de Figueira, que é um centro espiritual. Por sua capacidade de absorver e transmutar as forças básicas que correspondem ao nível de expressão animal no ser humano, esse reino contribui para o equilíbrio subconsciente das pessoas. Cães, gatos, cavalos e bois, pássaros domesticados ou do bosque, bichinhos do mato, cada um segundo sua estrutura física, processam certas forças do psiquismo humano.

Ao prestar um serviço ao reino humano, o reino animal evolui porque um reino cresce quando serve outro. Por exemplo, por seu canto e por seu vôo os pássaros movem forças no plano etérico e organizam-no de maneira mais sutil. Ao fazerem isso, avançam em sua escalada para uma existência mais plena.

No livro “Mirna Jad — Santuário Interior” (Ed. Pensamento). Trigueirinho salienta que os pássaros têm relação direta com mundos suprafísicos, e preparam a aparição desses mundos aos olhos da humanidade. Segundo ele, alguns pássaros são capazes de transformar a vibração da matéria pela harmonia do seu canto, pois assim plasmam o que no éter compõe padrões sutis de energia. Outros fazem isso por meio do movimento.

A proximidade dos pássaros, quando evoluídos, traz à aura humana certos componentes angelicais. Esses animais auxiliam, com sua irradiação, a elevação do ser humano.

O reino animal faz mais pelo reino humano do que se pode imaginar. O animal não tem sentimentos de rancor, mágoa ou ingratidão, e com isso harmoniza ambientes. Há casos em que a pressão arterial de pessoas hipertensas se normaliza a partir do momento que passam a conviver com animais. Mas para que esse equilíbrio possa ocorrer é preciso manter uma relação de grande respeito e amor para com os animais.

O contato de um ser humano com seres do reino animal em Figueira é importante incentivo para a formação neles no corpo anímico e para a sua individualização. Esse trabalho se realiza não só com os animais domésticos, mas também com os que vivem nas matas, pois promove a organização da sua aura. Como a espécie está representada em cada um de seus membros, o estímulo recebido por um exemplar irradia-se aos demais.

O ser humano tem de cuidar do que pensa e sente perto dos animais, porque eles absorvem tudo. Percebem quando há empatia para com eles, e quando o vinculo afetivo não se restringe a suprir carências pessoais. Os animais reconhecem quando estão sendo ajudados. Deitam-se espontaneamente na hora de receber um tratamento. Quando uma pessoa se aproxima com harmonia, até os animais silvestres são dóceis.

Certa vez um tucano chegou a Figueira todo assustado. Uma pessoa entoou um mantra, e ele se acalmou. Quando parou de cantar, ele ficou agitado de novo. Ao retomar o mantra, ele se acalmou. E assim, com o passar dos dias, o tucano serenou e pôde prosseguir sua experiência de vida com mais tranqüilidade.

Podemos aprender a compreender os animais. Em Figueira havia um cão inteligente, comunicativo, e muito receptivo. Uma pessoa do grupo ficou encarregada de cuidar dele. Às vésperas de uma viagem, ela despertou durante a noite sentindo um angustiante sofrimento, como o da perda de um ente querido. Percebeu internamente que o sofrimento não era dela, mas que o captara do cão, que assim se sentia por causa da sua viagem iminente.

Grande é a responsabilidade dos seres humanos perante o reino animal.. o animal se abre para receber deles uma estimulação contínua à evolução pela energia do amor. Os animais sob a aura de Figueira não são caçados nem sofrem violências, e podem fazer com serenidade e plenitude o seu ciclo de experiência.

No seu livro, “A Morte sem Medo e Sem Culpa” (Ed. Pensamento), Trigueirinho conta a singela história de Jambo, que começará a desenvolver o núcleo embrionário de alma no seu corpinho de cão e até demonstrava qualidades humanas, tais como amizade, expressividade e reconhecimento. A forte impressão de ser amado criou em Jambo um núcleo reencarnante. Após sua morte, voltou a nascer na mesma casa no corpo de um outro cachorrinho doméstico com o mesmo olhar e muitas atitudes do passado. Mas não era mais Jambo. Agora era chamado Raz, com novas possibilidades de evoluir na sua individualização, demonstrando afetos mais profundos e até capacidade de concatenar pensamentos.

É o amor universal que leva o reino humano e o animal à colaboração mútua em beneficio da vida planetária. Assim, aspiramos ao nosso próximo passo: tornarmo-nos prolongamentos da Hierarquia e servir ao cumprimento de um Plano Evolutivo que foi desde sempre traçado. Da mesma forma, por analogia, o reino animal se volta para o reino humano e a ele se doa com devoção. O magnetismo que cura, transmuta e eleva mantém a coesão dos reinos. É a Lei do Amor.



Trecho extraído:


Boletim de Sinais
Nº 10 - pág. 12
Maio a agosto de 2001
Irdin EditoraMaiores informações sobre livros e CDS de partilhas:http://www.irdin.org.br/Site oficial do Trigueirinho :http://www.trigueirinho.org.br/Vigília Permanente (Oração)www.vigiliapermanente.orgObs: Se desejar receber os Sinais de Figueira em pdf (arquivo eletrônico). Acesse o site www.irdin.org.br e realize download dos Sinais e encarte dos pensamentos diários.

http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?cmm=8005356&tid=529225818245...

quarta-feira, 25 de julho de 2012


O Poder Secreto dos Animais III


"A psicóloga de animais Beatrice Lydecker, autora do livroWhat the animals tell me (O que os animais me ensinaram), defende a ideia de que o esforço que os animais fazem para se comunicar conosco é muito maior do que podemos perceber. Para ela, a maioria das mensagens que eles nos mandam escapa totalmente à nossa atenção.

Para Beatrice, os animais não se comunicam conosco verbalmente, e sim por intermédio de percepções extrassensoriais. Ela cita os resultados de uma série de testes que demonstrariam como uma pessoa pode se comunicar com seu animal preferido usando uma linguagem não verbal e visualizando aquilo que deseja. Essa opinião é compartilhada também pelos zoólogos Maurice e Robert Burton, autores da enciclopédia Inside the animal world (Por dentro do mundo animal), que trata de comportamento animal. A obra narra vários exemplos extraordinários de telepatia animal.

Por seu lado, o pesquisador norte-americano J.B. Rhine, considerado o pai da parapsicologia científica, já afirmava que experimentos bem controlados sobre a percepção extrassensorial dos animais confirmavam a evidência e sugeriam que a capacidade dos animais de transmitir e receber mensagens telepáticas é uma propriedade adquirida do organismo animal e precede a consciência sensorial".

Autoria: Luis Pellegrini
Revista Planeta - Julho/2009

O Poder Secreto dos Animais II


"Há, em todo o mundo, inúmeros episódios de animais que, afastados de suas casas ou dos seus donos pelas causas mais diversas, encontram o caminho de casa até mesmo depois de anos de busca e de perigosas viagens.

Sheldrake fala disso em seu livro, examinando casos de cães, gatos, cavalos e pássaros que conseguem voltar a seu domicílio, pouco importando a imensa distância que parecia tornar o feito praticamente impossível.

A conclusão das suas pesquisas é que são de pouco ou nenhum valor o olfato e a memória visual dos lugares que os animais cruzaram. Em muitos casos, era na verdade impossível tomar consciência dos espaços percorridos - por exemplo, no caso de viagens aéreas ou de trem (e pensemos que os citados animais escolheram meios e estradas totalmente diversas daquelas usadas durante a viagem de ida).

Tudo se passa como se os animais tivessem um mapa magnético na cabeça, um "radar" funcionando o tempo todo, capaz de conduzir seus passos em situações críticas. Uma espécie de GPS biológico.

Existem também capacidades particulares dos animais que, além de nos deixar atônitos, podem nos ser muito úteis. Por exemplo, alguns cães preveem os ataques epiléticos nas pessoas, capacidade estudada e demonstrada em estudo conduzido pelo neurologista Adam Kirton, do Children's Hospital, de Alberta, Canadá, em 2004.

O estudo, realizado com 60 cães, demonstrou que 15% deles são bastante precisos na previsão de uma crise epilética do próprio dono, sem necessidade de treinamento. Há vários casos em que o animal, mesmo estando a grande distância do dono, corria subitamente em direção a ele quando o mesmo estava na iminência de ter um ataque.

Essa virtude extraordinária parece ligada unicamente ao grau de conhecimento afetivo, por parte do cão, da pessoa que apresenta esse problema. Para alguns cientistas, isso provavelmente deriva da capacidade olfativa que os animais possuem: antes de um ataque epilético, o corpo humano poderia sofrer alterações fisiológicas que levariam a mudanças na sudorese e na composição química do suor, modificações que os cães conseguiriam perceber, ou melhor, cheirar. Mas trata-se realmente apenas de olfato?

A mais conhecida capacidade paranormal dos animais é, sem dúvida, a de prever terremotos e outros importantes cataclismos geológicos. Em 2004, horas antes do tsunami que devastou o litoral de vários países asiáticos, elefantes nas proximidades de praias na Indonésia e no Sri Lanka começaram a manifestar sinais de grande inquietação. Vários arrebentaram as correntes que os prendiam e fugiram para o alto de colinas, como que prevendo que as áreas estavam prestes a serem inundadas.

A MAIS CONHECIDA CAPACIDADE PARANORMAL DOS ANIMAIS É A DE PREVER TERREMOTOS E OUTROS CATACLISMOS GEOLÓGICOS

Na Europa e na China, zonas sujeitas a abalos sísmicos, todos prestam atenção quando animais em cativeiro - como aqueles trancados em zoológicos - mostram sinais de inquietação. Desde a antiguidade há relatos que falam dessa capacidade de previsão dos animais, que, bem antes do momento da catástrofe, começam a comportar-se de maneira estranha, mostrando um forte desejo de abandonar a casa do dono e fugir para longe, como se previssem, ao mesmo tempo, salvar a própria pele e avisar às pessoas de que não é mais o caso de permanecer naquele lugar.

... dois elefantes da Indonésia fotografados horas antes do tsunami de 2004. Eles entraram em agitação e fugiram para o alto das colinas.

... os golfinhos são um dos animais mais dotados de sensibilidade e inteligência.

Outra obra sobre o tema, Anche gli animali vanno in paradiso (Os animais também vão ao paraíso), dos pesquisadores italianos S. Apuzzo e M. D'Ambrosio (Edizioni Mediterranee), relata muitos episódios surpreendentes e inexplicáveis.

No capítulo sobre experiências conduzidas em laboratório e destinadas a provar que alguns animais percebem nitidamente os acontecimentos até mesmo quando são impedidos de usar seus sentidos normais, narra-se a história de um cão boxer que foi ligado a um eletrocardiógrafo numa sala à prova de som, enquanto sua dona se encontrava em outro aposento. Sem que a mulher fosse avisada, um indivíduo estranho invadiu a sala e começou a insultá-la e a ameaçá-la de agressão física. A mulher ficou realmente amedrontada, e seu cão, trancado na outra sala, pareceu perceber que sua dona estava em perigo. O boxer entrou em agitação e seu ritmo cardíaco subiu violentamente.

Outro relato fala de um norte-americano que hospedou em sua casa o gato persa de sua mãe, que partira em viagem à Inglaterra. O gato e a idosa senhora tinham vivido juntos no mesmo apartamento durante quatro anos, e nunca tinham se separado por mais de um dia. Era compreensível, portanto, que durante vários dias o animal parecesse assustado e arredio, mas ele logo se habituou ao novo ambiente e parecia então razoavelmente sereno. Mas um dia, um mês depois da partida de sua dona, ele se encolheu num canto da sala, miando desconsoladamente, recusando a comida e toda a atenção que quiseram lhe dar. No entardecer do segundo dia, esse gato passou a emitir miados pungentes, desesperados. Uma hora depois, o dono da casa recebeu um telefonema avisando-o de que sua mãe acabara de falecer de um ataque cardíaco, quando a transportavam para o hospital".

Autoria: Luis Pellegrini
Revista Planeta - Julho/2009

http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/442/artigo144043-2.htm

O Poder Secreto dos Animais I


"Já ouviu falar do gato Oscar? Há alguns anos ele virou uma celebridade mundial. Não por conta do seu pelo macio ou focinho perfeito, mas por sua capacidade de prever com precisão a morte de pessoas. Isso acontece ainda hoje, na clínica Steere House, em Providence, Rhode Island (Estados Unidos), um lugar para idosos com doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson. Ali, Oscar costuma deitar-se ao lado ou sobre o peito de pacientes que dali a pouco passarão para o outro lado da vida. E ele não erra nunca.

Trazido de um abrigo de animais, Oscar cresceu na unidade para dementes da Steere House. A clínica adotou há anos um programa em que animais são levados para a companhia dos pacientes, a fim de que estes tenham manifestações de afeto e amizade. Cerca de seis animais residem ali, promovendo conforto aos pacientes. Mas só Oscar demonstrou a capacidade especial de perceber qual paciente morreria em breve.

Cerca de seis meses depois, médicos e enfermeiras da clínica notaram que o gato fazia sua própria ronda entre os pacientes. Ele cheirava e observava os doentes, e às vezes escolhia um deles para ir deitar-se. Para surpresa geral, os pacientes com quem Oscar dormia vinham a falecer cerca de duas a quatro horas depois de sua chegada.

Um dos primeiros casos anotados referia-se a uma paciente que tinha um coágulo na perna. Oscar aninhou-se em volta de sua perna e ali permaneceu até a mulher falecer, cerca de duas horas depois. Outro caso exemplar foi o do médico que havia feito um prognóstico de morte iminente, baseado nas condições do paciente: Oscar simplesmente se afastou, fazendo com que o médico acreditasse que o dom do gato houvesse desaparecido. Dez horas depois, Oscar aproximou-se novamente do doente e se aninhou junto dele. A morte do paciente ocorreu cerca de duas horas depois - um intervalo muito longo para o prognóstico inicial do médico.

A precisão de Oscar, que até agora conta com muitas dezenas de casos comprovados, levou o pessoal que trabalha na clínica a instituir um novo e incomum protocolo: toda vez que ele dorme com um paciente, os parentes deste são notificados de sua morte iminente. Na maioria das vezes, a família do paciente não presta atenção ao fato de que Oscar está presente na hora da morte; em algumas ocasiões, entretanto, quando é afastado do quarto a pedido dos parentes, o gato fica andando de um lado para o outro em frente à porta, miando em protesto. Quando permanece, Oscar fica com o doente até que este venha a exalar seu último suspiro - momento em que o gato se levanta, dá uma olhada e parte silenciosamente.

TUDO SE PASSA COMO SE OS ANIMAIS TIVESSEM UM MAPA MAGNÉTICO NA CABEÇA, UM "RADAR" FUNCIONANDO O TEMPO TODO, CAPAZ DE CONDUZIR SEUS PASSOS EM SITUAÇÕES CRÍTICAS. UMA ESPÉCIE DE GPS BIOLÓGICO

Várias foram as hipóteses formuladas para explicar os poderes de Oscar. Os gatos conseguem cheirar as substâncias químicas que são eliminadas pelas pessoas pouco antes de morrer? Os gatos simplesmente são ótimos observadores, melhores do que os próprios médicos? Os gatos possuem algum sentido ou sensibilidade especial, que não conseguimos explicar, mas que realmente funciona? Serão donos de algum poder paranormal? Nenhuma resposta definitiva foi encontrada até agora, e, na clínica Steere House, Oscar continua tranquilamente a desempenhar o seu papel.

Oscar, no entanto, está longe de ser o primeiro e único animal a manifestar capacidades extraordinárias e inexplicáveis. Todos os animais, algumas espécies mais particularmente, possuem capacidades de percepção que superam em muito àquelas humanas. A tal ponto que seus feitos, observados um sem-número de vezes, em todos os tempos e lugares, fazem com que se confundam e se percam os limites entre a ciência e a magia. Nas últimas décadas, um cientista famoso pesquisou o complexo universo das estranhas percepções dos animais e construiu a respeito uma teoria unitária. Esse homem é Rupert Sheldrake, escritor e biólogo inglês, que explicou os resultados de sua pesquisa no livro Dogs that know their owners are coming home (Cachorros que sabem que seus donos estão chegando em casa).

No livro são apresentados diversos testemunhos relativos a prodigiosos eventos que têm como protagonistas animais capazes de perceber coisas que o homem não consegue. Um estudo particular de Sheldrake é dedicado à telepatia. A palavra significa aproximadamente "perceber de longe" e, nos casos relatados no livro, são descritas situações nas quais, por exemplo, gatos previram antecipadamente o retorno à casa do próprio dono, alguma situação de perigo a ele relacionada ou, mais simplesmente, captaram com o pensamento um chamado a distância do dono, sem que houvesse nenhuma possibilidade de ouvi-lo com os ouvidos físicos".

Autoria: Luis Pellegrini
Revista Planeta - Julho/2009
http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/442/artigo144043-1.htm


Cientistas Comprovam que as Plantas Falam e Escutam

Giordano Cimadon
Há quase 30 anos atrás, o botânico sul-africano Lyall Watson, proponente do controverso efeito do centésimo macaco, afirmou que as plantas sentem e se emocionam, e que este comportamento poderia ser registrado em um detector de mentiras. O resultado destas suas ousadas conclusões foi a ira e a rejeição sofrida por grande parte dos membros da comunidade científica internacional.
Se as plantas realmente são capazes de sentir emoções, vão ficar muito contentes com a recente pesquisa publicada na revista científica Trends in Plant Science. Nela, os pesquisadores Monica Gagliano, Stefano Mancuso e Daniel Robert revelam que as plantas não só respondem ao som, mas também são capazes de se comunicar umas com as outras.
Os cientistas afirmam que, apesar do pouco que é conhecido na área da bioacústica, a equipe buscou apresentar na pesquisa um argumento que explica o motivo pelo qual é bem provável que a capacidade de perceber sons e vibrações também evoluiu nas plantas.
Para isso, explicam como as evidências atuais contribuem para a visão de que as plantas podem até mesmo ter se beneficiado de mecanismos sensoriais mecânicos que até hoje não tinham capturado a atenção dos pesquisadores da área.
Usando poderosos alto-falantes, os pesquisadores da University of Western Australia foram capazes de ouvir estalos vindos das raízes de mudas de milho. Já os pesquisadores da Bristol University descobriram que quando suspendiam as raízes na água e tocavam um som contínuo à 220Hz, uma frequência similar aos estalos das plantas, elas cresciam em direção à fonte do som.
Todos já sabem que as plantas reagem aos estímulos luminosos, bem como que elas usam químicos voláteis para se comunicarem entre si quando uma ameaça se aproxima. Este conjunto de constatações sempre intrigou os cientistas: se elas reagem a estímulos e se comunicam através de químicos, não seria possível que também fossem sensíveis ao som?
Uma pesquisa realizada na Exeter University descobriu que os repolhos emitem o gás metil jasmonato quando têm suas superfícies cortadas ou perfuradas, para avisarem suas vizinhas sobre perigos como lagartas ou mesmo tesouras de poda. Quando este gás é emitido, os repolhos das redondezas recebiam o comunicado e passavam a produzir químicos tóxicos em suas folhas, para resistirem aos ataques de seus predadores naturais.
Este novo estudo revela que as plantas não apenas respondem aos sons, mas também se comunicam umas com as outras através de seus estalos, com o objetivo de garantir sua sobrevivência através da obtenção de informações sobre o ambiente através de vibrações.
As ondas sonoras são facilmente transmitidas através do solo, e podem ser usadas para detectar ameaças que se aproximam. Os pesquisadores destacam que o papel desempenhado pelos sons na história de vida das plantas ainda não foi totalmente explorado. Há muito ainda a ser investigado sobre a grande complexidade sensorial e comunicativa destes organismos.

terça-feira, 24 de julho de 2012


Energia Oculta Das Plantas


O fascínio pelas plantas e sua energia benéfica está na ordem do dia. Hoje, ninguém  mais é considerado lunático se for surpreendido conversando com seu vasinho de flores preferido. Ou mesmo se, passeando por um parque, tiver o impulso irresistível de abraçar uma árvore centenária, só para lhe “roubar” um pouquinho de energia.

Há quem diga que são os ventos da Nova Era – com a chegada do terceiro milênio – que trazem essa nova consciência, menos racional e mais intuitiva, em sintonia com as vibrações da natureza. O fato é que, na roda do tempo, a magia que envolve o verde não tem idade. Por transmitirem sensação de bem-estar e conforto, as plantas sempre foram companhia obrigatória nos diferentes momentos da vida.

Seja num simples jantar, na comemoração de nascimento, em casamentos, ou na morte.

Muitas espécies estão carregadas de simbolismos desde a Antiguidade, quando eram oferecidas aos deuses como prova de adoração. Um exemplo é o alecrim (Rosmarinus officinalis), que pela facilidade de reprodução de seus galhos, era usado pelos egípcios para confeccionar coroas, ofertadas para Ísis. Reconhecia-se, assim, a fertilidade que a deusa e a planta simbolizavam.

Algumas, por outro lado, têm justamente na beleza exótica de suas flores a explicação de como essa força energética atua positivamente no homem. O lírio (Lilium candidum), símbolo da pureza da alma, sempre é lembrado na proteção contra bruxarias e encantamentos. O lírio-da espanha (íris xiphium) tem no nome uma alusão à deusa Íris, divindade do arco-íris e mensageira dos deuses. O lótus (Nelumbo nucifera), era planta sagrada do alto Egito e atributo dos deuses nas religiões orientais evocando a vida eterna. O maracujá (Passiflora macrocarpa) já foi muito plantado nos cemitérios, à volta do túmulos. Acreditava-se que sua flor de formas inusitadas, era um sinal divino: as pétalas circulares e de pontas afiadas lembram uma coroa de espinhos; os três estigmas do centro evocam os cravos usados na crucificação de Cristo, daí o nome “flor da paixão”. Já a recatada malícia da dormideira (Mimosa pudica) apresenta um comportamento incomum para quem acredita que as plantas não têm movimento: a um leve toque, suas folhas se recolhem, como se estivessem murchas.

Proteção contra muitos males do corpo e da alma 
É difícil encontrar uma prova concreta para explicar tais fenômenos. Mas é inegável a surpreendente carga de magia de muitas espécies. Outro exemplo é a arruda (Ruta graveolens), capaz segundo a crença, de prender os amantes ou devolver os amores perdidos. Gregos e romanos a usavam contra doenças e também na proteção contra os maus fluidos, especialmente a favor dos bons negócios. O mesmo poder teria a salvia (Salvia officinalis), erva mágica que garante longa vida a quem a cultiva.

Também as árvores sempre exerceram fascínio sobre os homens. Segundo a escritora holandesa Mellie Uyldert, autora de “A Magia das Plantas”, nas fazendas saxônicas do passado, plantava-se o carvalho para atenuar a doença e a fadiga das pessoas. Acreditava-se que abraçando seu tronco a sensação de conforto fluiria através dele. Da mesma forma, os jovens que tinham o coração partido de amor procuravam na limeira a cura para sua dor.

Para os estudiosos da vida oculta das plantas, não há dúvida de que elas estão sempre afinadas com as vibrações dos homens e suas necessidades físicas e emocionais. Um exemplo prático disso seria o nascimento espontâneo de certas plantinhas em quintais e hortas. Os pesquisadores dizem que isso não acontece por acaso: quem mora ali pode estar precisando justamente da energia daquelas plantas.

Há até quem se arrisque a classificar as plantas segundo a energia que emanam. É o caso do pesquisador espanhol Matias Diego. Para ele, existem as plantas de atração ou verticais, que sugam energia através da copa, podendo retê-la em seus frutos, como o pinheiro. As plantas de rejeição são aquelas que recebem energia, mas a elimina para a terra, através de suas extremidades, como o chorão e o pé de café.

Já as plantas de manutenção condensam toda a energia em suas folhas largas, como o antúrio e a bananeira.

Segundo essa teoria, há uma constante troca de energia entre as plantas e o homem, seja ao contemplar uma flor, ao cultivar uma planta em casa ou levá-la junto ao corpo. Daí talvez o velho hábito de carregar um galhinho de arruda atrás da orelha para afastar mau-o-Ihado. Matias Diego lembra que as plantas podem até mudar o humor das pessoas que ali convivem. “Mas é preciso haver uma intenção de quem utiliza a planta. Tudo depende do que cada um sente. Não existe energia boa ou má. As plantas são apenas seres abertos para contatos profundos.”

A Ciência comprova: o mundo vegetal é sensível
Aos mais incrédulos, vale lembrar que a ciência também se rendeu às forças energéticas dos vegetais. Foi na década de 60 que o mundo científico se abalou diante da experiência de um policial americano de nome Cleve Backster. Especialista em detecção de mentiras na polícia de Nova York, Backster, por puro acaso, decidiu ligar as folhas de uma dracena (Dracaena massageana) a um galvanômetro, aparelho que mede as oscilações das células nervosas do ser humano, causadas pela emoção. 
Primeiro ele jogou água no vaso da dracena, mas a planta não esboçou qualquer alteração. Na hora, ele pensou: “Se o homem que mente provoca saltos no galvanômetro, o que aconteceria com a planta que se sentisse ameaçada?” Em seguida, ele jogou no vaso uma xícara de café quente. Mais uma vez o gráfico nada acusou. Backster, então, imaginou queimar uma das folhas da dracena. E nesse exato momento, antes mesmo dele apanhar a caixa de fósforo para executar o planejado, o aparelho registrou uma forte oscilação. Bastou esta reação para o policial continuar suas pesquisas. 
E ele pôde, enfim, espalhar para o mundo que as plantas são capazes de “pensar”. Na verdade, esta experiência provou que as plantas são seres vivos cegos, surdos e mudos do ponto de vista humano, embora percebam e sintam de forma bem peculiar tudo o que se passa a sua volta. Esta experiência está registrada no maravilhoso livro “A vida Secreta das Plantas“.
Fonte de pesquisa: Revista Casa Claúdia por OS¬7¬ELEMENTOS

O que dizem as flores
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Cada um dos seres que aqui habita é único e maravilhoso. A água, a terra, os minerais, o ar e nós, humanos. Cada qual com seus dons e virtudes, limites e dificuldades. Porém, as flores em especial, têm a capacidade de interagir com as alegrias, tristezas, esperanças e frustrações das pessoas, por meio de uma linguagem própria. Todas elas têm o seu recado para dar: tranqüilidade, prazer, energia ou simplesmente beleza. E para isso podem se utilizar não só das cores, como também das formas e dos perfumes que exalam. Sem falar que as essências influiriam diretamente no temperamento das pessoas.
Natureza e Magia
Certamente você já ouviu dizer que o chá de camomila pode acalmar, e que o suco do maracujá ativaria o sono, ao contrário do que dizem a respeito do guaraná em pó. Pois saiba que as flores também são providas de alguns poderes particulares. E que já existem terapeutas florais que se utilizam desses poderes para ajudar as pessoas que procuram tratamentos alternativos.
Estudiosos da terapia floral afirmam que a calêndula, por exemplo, além de ser usada há muito tempo para fins medicinais, faria com que pessoas agitadas e que sentem muita necessidade de falar, parem para pensar e principalmente para , escutar um pouquinho. Agora, se o caso for exatamente o contrário, alguém sonolento, que se desanima facilmente e que só enxerga o lado “negro” das coisas, só mesmo energizantes como a amarílis e o amor-perfeito para trazer essa pessoa de volta ao equilíbrio.
Já o crisântemo, símbolo do conhecimento concentrado, teria o poder de controlar as emoções dos que se irritam ou se deprimem facilmente. Esta planta, na verdade, estabilizaria as emoções destas pessoas. Igualmente faria a margarida por meio das suas propriedades terapêuticas. Ela poderia “ordenar” o pensamento daqueles que têm a facilidade de acumular conhecimento, mas apresentam dificuldades quando desejam expressá-lo.
lírio, mais do que isso, tem a sua própria história. E segundo a mitologia grega, quando a Deusa Hera amamentava seu filho Hércules, algumas gotas de leite foram derramadas no céu, formando a via-láctea, e outras caíram na terra e transformaram-se nas flores que hoje conhecemos como lírios. Graças à lenda, esta planta é muito relacionada à pureza. E por isso suas propriedades energéticas são capazes de harmonizar o sentimento de carência afetiva que algumas pessoas sentem por parte dos pais. 
Outra planta bem interessante é o jasmim, por ser uma trepadeira, esta planta cresce em direção ao céu. E por meio da terapia floral poderia transferir essa característica a pessoas que não se encontram muito produtivas. Além do mais, ela incitaria as pessoas a liberarem toda a criatividade armazenada, e que não está sendo usada, com o mesmo vigor com que exala o seu perfume.
E para quem enfrenta dificuldades de relacionamento, por ser excessivamente sério, introspectivo e racional ao extremo, uma pitada de humor não seria nada mal. Sendo assim, nenhuma outra planta surtiria tanto efeito quanto à zínia.
Por último, vem a flor de nome narciso. Esta planta teria o poder de mobilizar a vibração que liberaria o egocentrismo. Nesse caso, aqueles que acreditam ser o centro do universo passariam a perceber os outros ao seu redor.
Agora que você conhece o significado de algumas flores, é só prestar bastante atenção na hora de selecionar as que levará para casa. Mesmo que seja só para colocá-las no vaso, tenha em mente que, cada uma delas pode lhe transmitir uma sensação diferente.
Fonte de pesquisa: Revista Casa Claúdia por OS¬7¬ELEMENTOS



A Energia que Vem do Vegetal

De acordo com a ciência esotérica, todos os seres existentes em nosso planeta possuem uma aura de energia que envolve e circunda o corpo material. Essa aura é carregada de acordo com a vibração do corpo que a rege, apresentando diferentes cores e intensidades.

No caso das plantas, aparelhos especiais permitem que se detecte a camada energética que as reveste e que fornecem, de alguma forma, um direcionamento no seu uso terapêutico. Esses aparelhos medem até mesmo a afinidade de uma planta com determinada pessoa, explicando por que o uso da planta para a cura de uma doença será ou não positiva.

Outros métodos de pesquisa demonstram a diferença energética no campo de uma planta em função do tipo de cultivo que ela teve. Assim, plantas que foram cultivadas com o uso de adubos orgânicos teriam um campo de energia mais equilibrado e luminoso do que aquelas produzidas com a ajuda de aditivos agroquímicos.

De acordo com a sua energia, a planta pode ser usada também para equilibrar as emoções e sentimentos das pessoas. Muitas plantas são empregadas popularmente para a limpeza energética de ambientes e pessoas, por meio de incensos e fumigações, justamente porque algumas delas possuem qualidades transmutadoras que propiciam a modificação da vibração atômica, devolvendo a harmonia.

Como Utilizar as Forças Energéticas das Plantas

Nome da Planta- Cor da Aura- Função terapêutico-energética

Alecrim - Verde-rósea -Ajuda a perdoar mágoas

Alfazema -Azul-índigo e rosa -Aumenta a autoconfiança

Anis-estrelado Azul-clara e rosa- Ajuda na entrega dos sentimentos e no desprendimento das emoções

Arnica- Vermelha- Promove a concentração de pensamentos e idéias dispersas

Artemísia -Verde e amarela -Estimula a ação e a manifestação das idéias

Arruda- Vermelha- Limpa a aura das sujeiras astrais

Babosa- Laranja- Ajuda no desligamento mental

Beldroega- Mistura de cores- Dá equilíbrio para iniciar novas fases da vida

Camomila- Amarela e violeta- Ajuda a cultivar a paciência e a confiança

Cânfora (breve)- Rosa e violeta- Promove o desprendimento material

Catinga-de-mulata - Amarela- Limpa a aura das sujeiras astrais

Capuchinha- Laranja e verde- Promove o sentimento de integridade e equilíbrio

Carqueja- Amarela e verde- Limpa o corpo das velhas emoções

Confrei- Verde, laranja e rosa -Estimula o sentimento de segurança pessoal

Dente-de-leão - Verde e laranja- Traz coragem para enfrentar os obstáculos

Erva-cidreira -Verde e violeta- Ajuda na tomada de decisões importantes da vida

Guiné (breve) -Vermelha- Limpa o corpo de energias negativas

Hortelã-pimenta Verde, rosa e violeta- Libera as energias presas promovendo o desprendimento delas

Mil-folhas- Laranja e verde - Purifica o corpo de traumas e sentimentos negativos

Sabugueiro (breve)- Verde-clara - Ajuda na tomada de rápidas decisões

Sálvia- Laranja, verde e índigo- Dá ânimo para colocar em movimento todas as energias do corpo

Tanchagem- Verde escuro - Estimula a iniciativa, sem esperar retorno das ações

http://br.geocities.com/ervas_dilenemaia/reino_vegetal/perfumes/rei...
Inteligência animal
Marcel Benedeti


A Inteligência é privilégio dos seres humanos?

A inteligência é um atributo de todo ser capaz de elaborar soluções e resolver problemas.

O ser humano possui este atributo. Possuímos um cérebro que pesa cerca de 1,5 kg e possuímos milhões de células gliais que são responsáveis por nossas funções neuronais. Temos um córtex cerebral relativamente largo que nos permite pensar e tomar decisões rapidamente. Este atributo de inteligência nos permite fazer associações e criar associações com o ambiente em que vivemos com a possibilidade de modifica-lo, se quisermos. Fazemos isso o tempo todo abrindo estradas, desviando leitos de rios, fazendo mega-construções que podem ser vistas até mesmo do espaço. Somos capazes de através de nossa inteligência nos comunicarmos entre nós por longas distâncias através de invenções obtidas através do uso deste atributo como o rádio ou o telefone, por exemplo, que permite que alguém ouça uma outra pessoa mesmo que ela não esteja presente ou que esteja a uma grande distância dali.

Este atributo de inteligência nos permite fazer cálculos matemáticos, nos permite resolver questões intrincadas e aprender por deduções.

Quando dizemos que alguém fez algo abominável, dizemos que este alguém fez algo desumano, como que atribuindo a natureza inferior dos seres que se encontram abaixo da linha evolutiva humana tais características da abominação. Quando vemos alguém praticando a caridade pensamos que esta pessoa está sendo humana, por atribuirmos somente aos seres humanos a possibilidade de exteriorizar sentimentos de compaixão como se esta fosse uma característica exclusiva desta espécie animal, a nossa. Será que é nossa a exclusividade?

Desde a Grécia e Roma antiga os seres humanos se orgulham de seus regimes políticos e sociais baseados na democracia em que a maioria decide pela minoria que aparentemente é um regime que funciona, pois está aí desde as épocas antigas em que o regime político e social greco-romano a institui.

Como dissemos a inteligência é um atributo de todos ser inteligente. Será que somente os seres humanos possuem este atributo de que nos orgulhamos tanto e que usamos como bandeira de nossa vaidade?

As evidências indicam que não. Não somos os únicos seres inteligentes sobre a face do planeta e não somente isso, pois também não somos os seres mais inteligentes deste mundo.

Para muitos essa afirmativa se configura em uma heresia, em uma ideia contrária às ciências, às religiões e a outras ideologias que vêem o homem como sendo o ápice da criação. Repare que homem está com h minúsculo.

Precisamos levar em consideração que existem seres em nosso planeta em diversos graus de evolução e em consequência disto, também em variados graus de inteligência. Precisamos também levar em consideração os vários tipos de inteligência que existem na natureza a suas aplicações. O ser humano é um dos mais inteligentes, mas ele possui um tipo de inteligência diferente dos demais assim como cada espécie a possui de forma particular. Cada qual com sua função. Mas nem por isso podemos dizer que somente os seres humanos possuem o atributo exclusivo da inteligência e sentimentos.

Muitos se surpreenderiam se disséssemos que os animais possuem inteligência além do que possa imaginar a pessoa comum. São inúmeros os casos relatados de animais fazendo demonstrações de inteligência elaborada. Os cientistas afirmam que os cetáceos, ou os golfinhos e baleias possuem inteligência maior que a dos seres humanos. Os cérebros dos golfinhos têm o mesmo peso dos cérebros humanos, mas possuem três vezes mais células que nós e processam informações 16 vezes mais rápidos que nós. Eles apresentam meios de se comunicarem que ultrapassam quaisquer meios de comunicação que nossa inteligência já tenha criado, pois se comunicam através de telepatia, como foi confirmado pela ciência. Se levarmos em consideração o tamanho do cérebro humano como base para a determinação de uma inteligência superior, então o que poderíamos dizer das baleias que possuem cérebros de 12 kg? Se considerarmos a relação proporcional entre o tamanho do corpo e do cérebro, então os seres humanos estariam novamente em desvantagem, pois existem raças de macacos que possuem uma relação maior que a nossa, como pé o caso dos macacos pregos.

Se os seres humanos criam objectos e utensílio que ajudam em sua sobrevivência e evolução, os animais também o fazem. Os macacos constroem utensílios o tempo todo como ferramentas. Há o caso de um casal de corvos considerado pelos cientistas como os protagonistas do primeiro caso confirmado de fabricação intencional de utensílio como ferramentas por aves. A fêmea construiu um gancho para alcançar um pedaço de carne colocado dentro de um frasco de abertura estreita. A fabricação desta ferramenta dependeu de uma elaboração de pensamentos e o cérebro de um corvo é menor que uma uva. Que dirá de um insecto cujo cérebro é menor que uma cabeça de fósforo. As abelhas e formigas possuem uma organização social de dar inveja a muitas organizações humanas e suas decisões não são impostas por uma rainha tirana. Um exemplo dessa democracia entre os insectos pode ser observado quando uma colmeia precisa se mudar. 

Quando resolvem ir a outro local, a colmeia envia cerca de quarenta batedores em busca do local ideal. Cada qual retorna com sua proposta que passa a ser analisada pela colmeia e por fim fazem uma votação para verificarem qual o local mais aceito pela comunidade.

Na Alemanha do século passado, um senhor resolveu ensinar matemática para seus cavalos e eles aprenderam a resolver cálculos com as quatro operações básicas e ainda lhes ensinou o alfabeto para que através de batidas com o casco no chão pudessem se comunicar. Os cavalos conversavam com os cientistas normalmente através deste método como se fossem pessoas formulando frases inteligentes e resolvendo problemas matemáticos. Seu dono querendo aprofundar o aprendizado da matemática, resolveu ensinar raiz quadrada, que foi rapidamente compreendida pelos animais. Sem que fosse ensinado e apenas por dedução, resolviam problemas de raiz cúbicos. Rolf, um cão examinado também em meados do século IX era um cão matemático e grande falador, que se comunicava através de tipologia como faziam os espíritos no inicio da campanha espírita.

Em 1997 houve o relato de um gato chamado Pink conseguia falar como um ser humano e pedia leite, colo e outras coisas através da voz. Diziam que ele era portador de um defeito nas cordas vocais, mas o animal realmente sabia o que falava, pois as palavras eram compatíveis com seus desejos.

Os sentimentos, não os instintivos, mas sentimentos complexos como a compaixão pode ser observada entre os animais. Há um caso relatado de um macaco observado por cientistas que ao se deparar com um pintinho preso em uma armadilha, ao invés de captura-lo e mata-lo, o macaco preferiu soltá-lo delicadamente para que não se ferisse e o deixou partir. Duas abelhas notando um companheiro em apuros que estava dentro de um frasco contendo um liquido escorregadio que o impedia de sair dali, o auxiliaram pegando-o um de cada lado e o retiraram do perigo de morrer afogado deixando-o em um local seguro.

A surpresa maior, em se falando de inteligência entre animais e demais seres inferiores da escala evolutiva fica por conta das células, bactérias e vírus. Se ao falarmos em inteligência entre os animais podemos ser considerados blasfemadores, que dirá falar-se em inteligência em espécie ainda inferiores? No entanto cientistas afirmam que até mesmo as bactérias possuem inteligência. Segundo cientistas da Universidade de Princeton as bactérias são capazes de se comunicarem e traçarem estratégias de ataques calculadas aos hospedeiros através de uma intrigante comunicação entre elas.

Vírus como os ‘bacteriófagos’, que são vírus caçadores de bactérias apresentam estratégias de ataques solitários bem elaborados que enganam os sistemas de defesa das vítimas. Estes vírus se aproximam das bactérias e antes que notem sua presença, injectam seu material genético no interior dela. Este material genético se mistura ao da bactéria e esta sem perceber começa a produzir os componentes para construção de novos vírus. Em pouco tempo a bactéria estará abarrotada de vírus prontos e se rompem com o excesso de corpúsculos em seu interior.

Se com estes argumentos não nos convencermos de que os animais não são apenas objectos, dificilmente argumentos religiosos o farão, mas se associarmos os dois, isto é, ciência e religião, talvez nós consigamos um resultado mais promissor.

O Livro dos Espíritos nos diz que os animais possuem alma assim como todos os seres vivos. O próprio nome ‘animal’ deriva de ‘anima’ que em latim significa alma.

O Espírito da Verdade afirma que a alma que anima o Homem hoje foi o princípio inteligente que animou seres inferiores anteriormente. Isso indica que a alma dos seres humanos é a mesma alma dos outros seres da escala inferior que passou por uma elaboração evolutiva ao longo das diversas reencarnações antes de atingir este estágio actual.

Como também disse o Espírito da Verdade: Na Natureza tudo se encadeia e tende a unidade. Com isto explicou que a alma do Homem se aperfeiçoou ao longo de sua existência desde o momento em que foi criado simples e ignorante em fases anteriores a Humanidade.

Crer que já estivemos estagiando em mundos inferiores como animais para alguns é motivo de orgulho ferido, no entanto deveria ser visto como um troféu por termos atravessado toda esta extensão evolutiva com ganhos positivos.

Disse o Espírito da Verdade a Kardec: “Nada há, de resto, nessa origem, que deva humilhar o homem. Os grandes génios sentem-se humilhados por terem sido fetos informes no ventre materno? Se alguma coisa deve humilha-los, é a sua inferioridade perante Deus e sua impotência para sondar a profundeza de seus desígnios e a sabedoria das leis que regulam a harmonia do Universo. Reconhecei a grandeza de Deus nessa admirável harmonia que faz a solidariedade de todas as coisas na Natureza. Crer que Deus pudesse ter feito qualquer coisa sem objectivo e criar seres inteligentes sem futuro, seria blasfemar contra a sua bondade, que se estende sobre todas as suas criaturas”.

Bibliografia:
Scientific American (Ano 2 - n º 23 de abril de 2004)
O livro dos Espíritos (Allan Kardec)
Evolução Anímica de Gabriel Dellane.
Fenômenos Espíritas no Mundo Animal de Carlos Bernardo Loureiro
Gênese da Alma de Cairbar Schutel.

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